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Visualizzazione dei post con l'etichetta Actividades em português

Fome de informação...

“Os telejornais e telenovelas são os hamburguers do espírito, as revistas e os romances são os donuts da imaginação.” Na minha casa há um restaurante que faz hambúrgueres e uma pastelaria que vende donuts ? Sim! De facto estou a falar da minha televisão e da minha biblioteca. Na minha família gostamos muito dos hambúrgueres: pedimos mais ou menos sempre os mesmos, com a exceção dos dias em que há menus especiais e optamos por eles, porque por exemplo os fazem com as minhas batatas preferidas, ou um molho muito picante que chama a atenção. Isto acontece no primeiro andar, mas no segundo tenho duas pastelarias, uma mais específica, mas científica que frequentam os meus pais. A outra tem um ambiente mais familiar, faz donuts com o sabor mais caseiro e que a família toda gosta de comer. Os donuts desta pastelaria são mais variados, de muitas cores, de muitos sabores; temos os donuts chamados “clássicos” os que nunca devem faltar em nenhuma...

Um bocadinho de tudo por alto.

Vivemos inundados por informação mas temos muito pouca sabedoria sobre os problemas de fundo. Hoje em dia os homens têm muitas possibilidades de informar-se sobre o mundo. As informações são muitas e vêm de todas partes, os emissores procuram que a transmissão seja a mais natural e imediata possível, quase espontânea e indireta. Uma pessoa que passeia pela rua ou viaja de autocarro ou de comboio está exposto a muitas informações que também se não quiser, ao voltar a casa tomou conhecimento de alguma novidade. É fácil então ter acesso a muitos âmbitos do conhecimento: por internet, por revistas, jornais, televisão e rádio o difícil é aprofundar. Com uma grande quantidade de informação disponível, as pessoas precisam de tempo para apoderar-se dela. Muita informação e rapidamente isto é a prioridade, tudo tem que ressaltar à vista.    Se olhamos a primeira página de qualquer jornal, a informação é apresentada toda em pequenos títulos ou breves artigos para que a pesso...

HISTORIA CONJUNTA

Esta é história conjunta...a realizamos as minhas companheiras e eu. Portanto o trabalho è minho sò por uma parte...A TERCEIRA...boa leitura. ELISA ESCREVEU A PRIMEIRA PARTE... Tudo estava pronto. A mala foi preparada com tudo o que precisava para a viagem: a máquina fotográfica para capturar todos os monumentos e paisagens de Lisboa (mas na realidade a sua paixão era tirar fotos aos seus escritores preferidos ) o fato de banho porque queria tomar banho na famosa praia de Cascais e as outras coisas que podiam ser úteis durante a sua estadia. Maria estava pronta para partir. Enviou uma mensagem para Luísa para avisá-la que às cinco da tarde chegaria ao aeroporto de Lisboa e que a esperaria em frente da saída de voos internacionais. Apanhou o táxi e dirigiu-se ao aeroporto de Roma. Uma nova aventura estava para começar. Estava sentada na mesa dum café dentro do aeroporto, à espera da chamada do seu voo, quando um rapaz com ar de estrangeiro começou a falar com ela. O rap...

O valor verdadeiro das festas.

Neste per í odo do ano os media começam a transmitir publicidades com o Pai Natal sobre os presentes; publicidades sobre bolos de Natal ou programas de receitas para cozinhar nos dias das festas.  Neste per í odo com todos estes convites mediáticos a comprar  as pessoas costumam consumir mais. Os presentes envolvem as pessoas em compras sem fim: sempre falta alguma coisa: o presente para o amigo ou a amiga, o vizinho, a avó, os tios, os netos, os filhos, os pais, o chefe a mulher do chefe etc. Até às oito da noite do dia 24 de dezembro veem-se  pessoas correndo dum lado para outro pela pressa de acabar: muitas vezes vejo mães zangar-se com os filhos porque querem aquele jogo tão caro ou vejo casais ter discussões animadas em frente dum pobre empregado por não concordar na escolha.  Para que é toda esta pressa? Faz sentido estressar-se e zangar-se assim por uns presentes? Eu acho que a resposta é não. O risco é esquecer-se do verdadeiro sentido do Natal! ...

O meu livro mágico

O meu livro preferido não é o meu preferido só pela hist ó ria que conta, mas também por ser o primeiro livro pelo qual me apaixonei  e que li sem obrigação. Foi o livro que mudou de maneira radical a minha ideia sobre a leitura. Eu antes achava que a leitura fosse aborrecida, que não existisse no mundo nenhum livro capaz de divertir-me, de eu gostar ou de enamorar-me e ainda menos de convencer-me a amar a leitura. Os meus professores obrigavam-me ler livros e isso levava-me a evit á -los sempre que eu pudesse; até ao dia em que descobri, que o filme que havia sa í do nos cinemas recentemente, dum mágico que estudava numa escola de magia, era inspirado por um livro. A curiosidade por saber como continuava matava-me, decidi começar a ler o primeiro livro de que já tinha visto o filme e continuei com o segundo livro, que contava como continuava a história do pequeno Harry Potter no seu mundo de varinhas mágicas, corujas e feitiços. Apaixonei-me tanto por aquele mundo; não ...

Os Deolinda

  Os deolinda s ã o um grupo musical portugu ê s que nasceu em 2006. É formado por tr ê s homens e uma mulher e s ã o família entre eles, no sentido literal da palavra. O projeto de formar um grupo surgiu de uma ideia dos irmãos Pedro da Silva Martins e Luís José Martins, os quais gostavam muito da m ú sica portuguesa. Na casa deles sempre se apreciou a m ú sica, sempre que podiam cantavam m ú sica popular com toda a família. Da família deles também fazia parte a prima Ana Bacalhau. Ela cantava muito bem e fazia parte dum grupo musical universit á rio chamado os Lupanar. A voz da prima era perfeita para as canç õ es que o primo tinha escrito e assim perguntaram-lhe se queria participar no projeto. Junto a ela  pediram a José Pedro Leitão, contrabaixista dos Lupanar  que se juntasse aos três. Hoje José Pedro é o marido da Ana. Podemos assim dizer que nasceu em 2006 a Família Deolinda. Todos trabalham n ã o s ó na m ú sica porque n ã o dá para viver. Todos passaram ...

PERUGIA UMA CIDADE ENTRE ARTE E HISTÓRIA.

No centro da bota italiana, coração verde da Itália, Perugia é uma cidade medieval cheia de arte e de história, toda por descobrir. As ruas estreitas e os grandes edifícios viram a passagem dos povos etrusco e romano. O seu aspeto, mistura arm ó nica de estilo medieval, romano e etrusco é imbuído de lendas. Grandes escultores e pintores crecerem nesta cidade ou passaram por ela deixando importantes obras duma beleza ú nica. Pintores como o Perugino e o Pinturicchio; filósofos como Aldo Capitini; importantes religiosos como Sant’Ercolano, San Costanzo e Papa Giulio III marcam a história da cidade num passado que deixou uma marca evidente ainda hoje. Uma cidade, a Perugia contemporânea, tranquila e jovem caracterizada por grandes atraç õ es culturais.  É um destino ú nico para viver uma experi ê ncia  inesquec í vel, que n ã o tem nada que ver com o comum t u rismo urbano. Uma metrópole em miniatura a meio caminho entre o moderno e o antigo; o minimetro e a fontana magg...

Composição...

A SUPERSTI Ç ÃO No mundo h á muito tempo existem superstiç ões. As supersti ç ões são muito variadas. Exprimem uma forma de ver o mundo. Têm as suas origens nas culturas, na história e na geografia do país e também na religião. Pelas superstições as pessoas tinham medo de coisas materiais; eventos; pessoas; lendas e animais por ouvi-lo dos seus familiares ou pelas ruas, ou pelas prédicas religiosas. Difundiam-se a fim de proteger as pessoas dos riscos da rua, dos inimigos, dos infiéis no caso da religião. Por outro lado difundiam-se como uma maneira de prestar atenção e valorizar os objetos, os alimentos e os animais. O efeito que surtiam as superstições, quer por uma razão quer por outra, era o medo. O medo levava as pessoas a não desafiar a sorte por não respeitar a superstição. Nos dias de hoje o homem um pouco por desgraça e um pouco por sorte tornou-se mais céptico, por conseguinte muitas superstiçõoes desapareceram. As superstições dos nossos dias parecem ser mais ...